21 de julho de 2012

Um caminho estreito, um mundo feio, um amor perfeito




Como pode o homem querer ao mundo?
O que há de interessante no ser humano?
O mundo é comum,
O ser humano é comum,
E o comum... É triste, é feio, é mundano.

A minha estrada é contrária
As estrelas têm um sentido diferente
Sou filho do maior Artesão
Moldado por Suas mãos
Transformado por Suas vontades
E conheço o meu Pai, conheço a Verdade.

A chuva sobre o mato verde claro
Estampado num quadro raro
Da realidade embaçada pelo acaso.
Vivo eu de um propósito
Um querer que move montanhas e mares
Tudo do avesso não. O mundo é o avesso!
A ponte eu atravesso e torno o quadro vivo
Vivo a chuva corrente como rio
E na ponte, na mudança de vida
Deus me prepara ao estreito
Para que eu carregue no corpo a dor da cruz
E no final vencerei, vivo Jesus!

Espero e descanso
Nas margens do rio manso
Esperando na vida em santidade
Um amor esculpido por Deus
Uma bênção para quem confia na Verdade
E sabe que Deus age. Ele age.

E a chuva trará
Num vento leve sobre o mar
A flor real do sonho do Pai Eterno
Eu, jardineiro zeloso, filho do Rei
Por herança herdei
O amor de quem Ele molda para me amar.

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