14 de março de 2011

Rima de uma frase qualquer

Eu vi nos mínimos detalhes como a sociedade inativa é ingrata. Passa as noites sob efeitos de todos os gestos e defeitos. E os meus feitos, todos sem jeito, completamente imperfeito, só quis fazer direito. E o gosto do seu beijo... E o meu desejo? O que espera o tempo que tenho? A que espera que não me fala? O que em mim que a cala?

Sob toda a infinidade de oxigênio, depois de todos os minutos de depois de nos despedirmos, de toda solidão que me propus a suportar para conhecê-la, só respiro saudades de você.
Não que eu não viva sem a sua presença, mas a sua ausência me faz ter a vontade de encontrá-la a qualquer custo. Quem sabe num outro dia qualquer, num lugar qualquer, numa situação qualquer e com o desfecho que o meu coração puder. E se você quiser, a prosa vira poema, os números viram centena, a noite quente fica serena e vice versa, e depois de qualquer outra conversa, tudo vira do avesso, ao contrário do que me estressa, a hora é essa, é o que o tempo deseja, feliz seja, apenas me beija.

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