4 de novembro de 2011

Os tempos se fundem num beijo seu

Imagem retirada da internet


O pássaro pousa na passagem do tempo
Como Beija-flor que colhe o pólen
Na margarida da estação de trem pode
Transformar o esquecimento na magia de mais um,
Cantar o adormecer das horas e o decorrer dos momentos
Vendo do sol à lua as estrelas que reluzem no espelho meus sentimentos.

Quando toquei em suas mãos, delicadas
Dedicadas a seguir meus passos que visam o além, o horizonte,
O futuro que transpassa os jardins de girassóis
Um piquenique com um simples beijo.

Sou visionário do passado
O romantismo à flor da pele
Um nobre corajoso pronto para lutar
Dom Quixote prestes a fazer da loucura um álibi.
Tanto tenho lucidamente estado
Que mesmo que nossas mãos se escorregam
Em pleno precipício, não estarás nem perto de perder tal sonhar,
Pois morrerei por ti.

Sou sonhador e me propus a acreditar
Em ter o infinito e sê-lo ainda que não polido, rude.
Sonhei em beijá-la no alto da montanha e no cais
Mesmo que fôssemos para longe estaremos juntos e a sós.

Eu quis ver o céu na noite em que decidi te amar
Infelizmente eu não pude
Não que eu não te ame mais,
Mas é que decidi te amar numa linda manhã de sol.

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