Seo Ocinôri gosta de ver sorrindo
Aquele que lhe dá um chocolate
Ele gosta de espelho, pois não vê piolho.
Quando olha o cabelo, não tem!
Quando foi visto andando de costas
Parecia o curupira
Era a sua “alma vagando no tempo perdido”
- como ele dizia -
Seo Ocinôri gostava tanto de metáfora
E pensou-se uma névoa.
Não se enxergou e deixou de existir...
Deixou de ser síncrono...
E numa caída lá de sua consciência
Viu sua vida andar até o início.
Seo Ocinôri odiava o oriente,
Foi coberto pela terra.
Desorientado.

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