Quanta gente pra sentir
Quando o pulsar deixa de ser um verbo
E passa a ser a única coisa na qual pensamos em não pensar.
Queria que fôssemos grandes amigos
Quanto em estradas fôssemos suas linhas
Embora o enquanto fosse só uma passagem de tempo,
Uma nota a mais do som e sonho.
Existe uma só maneira de não nos apaixonarmos de novo
É nos apaixonarmos uma vez só e deixar fluir como a água dos
seus olhos
Umedecendo o pano que enxuga o piano
No qual eu faço essa poesia em forma de canção
De quando os versos crescem conforme a minha entonação.
Eu só queria que tudo crescesse em nós
Mas Deus ordenou que a estrofe final fosse diferente
Que eu ousasse fazer como nem Camões
Que você olhasse como a um limão
Que é acido, mas pode ser doce suco ou um beijo,
Que parece estranho, mas tem gosto de
reciprocidade.
Eu te amo na estranheza de te fazer verso enquanto é poesia
sem precisar palavrear.

Nossa Lú, que lindo !!!
ResponderExcluirvocê escreve muito bem.