15 de abril de 2012

Madrugada de verdades




Não procure nada de perfeito em mim. Eu não tenho. Eu faço coisas das quais nem eu mesmo acredito. Não me procure nos seus sonhos, muito menos em uma imaginação à cavalo branco. Sou de pele e osso, sou pecador arrependido, sou doce, mas, por favor, não economize nos chocolates, Sou sincero e quando quero fico quieto para não discutir, aliás, odeio discussões. Não me permito ser chamado de meu amor antes de uma bela conversa, ótimas risadas, um suco ou um vinho (que dá um toque mais especial), conte-me sobre o que queres e quando eu contar o que eu quero não se enfureça ou me esqueça para tudo há um consenso. Ame a Deus, assim estaremos muito mais próximos e apartados. Eu erro, mas uma borracha de coração em papel de razão pode ajudar. Quem sabe depois do primeiro primeiro e último sorriso não possamos cruzar os nossos dedos, entrelaçados numa união de escolhas a dois e assim possamos nos chamar de amor, sermos amor, darmos amor, sentirmos amor, recebermos amor, e assim saberemos que não há definição concreta para este, mas podemos procurar. Que tal começarmos por um cinema ou um piquenique?


Um comentário:

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