Que me encontre desorientado
Suas sensações têm atormentado
Suor das emoções enquanto me sinto amado.
Surge de algum lugar
Vem arrebatando sem mesmo esperar
Acorda de repente, antes hibernou
Canta ao pé do ouvido poemas de amor.
Ri do antigo pudor
Espera o que já chegou
Suspira enfim aliviado
Inspira, cego de saudade.
Duvido de tal verdade
Arrepende do mal passado
Na era do gelo esquentado
Na água que solidifica em brusca suavidade.
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