24 de setembro de 2010

Pomar

Começo por arrebatar-me
Descanso em sombra fria
Dou mordidas carinhosas num pedaço de maçã
Um sorriso doce caramelo.

Discorro por entender-me
Em pequenos pedaços de folhas rasgadas com esmero
Crises tenho de loucuras em minha mente sã
Que aquece o coração no dia em que a noite esfria.

Deito e durmo fugindo de sol e chuva
De repente me clareiam os olhos
Abro-os e vem a verdade nua e crua.

Você sai dos meus sonhos
Entra em meu pensamento mais fiel
Leva-me ao abismo, lá em baixo é o céu.

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