1 de outubro de 2010

Sou humano

O homem
Que castiga a si próprio com preconceito
Faz preceito do seu jeito
Põe defeito em todo feito
Vai contra o que lhe é direito
Para todos os males, o acerto
Não convém com o que parece certo.

Ó homem
Que tende ao pessimismo
Diz que é a realidade
Enquanto morre de saudade.
Nobre valor do cidadão
Que se vende na escravidão
Por não ter tido batismo.

São tantas as suas palavras profanas.
São tantos os seus desastres naturais.
Tem nojo dos seus próprios ideais.
Nojo tenho eu das coisas mundanas.

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