A ordem direta da situação é dependente
De você estar ou não presente.
Sobre a causa do desastre
É culpa sua
É tudo culpa sua.
Sobre querer ou não saber a verdade
A cegueira é sua que não vê
Que depende de você
Tudo é conseqüência da sua imoralidade.
É seu dever não cuidar do que é seu
Mas a decisão de todos inclui a sua
A importância agora é suma
Ou a decadência, ou o apogeu.
Senhor da sabedoria dogmática
O lucro é seu e divida com quem você quiser
A felicidade é sua, mas o governo pode obrigá-lo a compartilhar.
Não é mais questão de se orgulhar
Não é carência de gramática
Ou então falta de quociente ou resto da matemática.
A questão agora é quem deve ser?
Eu ou você responde?
A ignorância surge e a sabedoria se esconde
E o larápio mentiroso aparece
“Vou fazer diferente. Sou igual(nas entrelinhas). Prazer!”
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