Sou nada mais do que alguém
Que os outros gostam e detestam
Que julgam e que amam
Enfim, sou reticências.
Gosto de palavras, sinceras, pesadas,
Honestas e maltratadas,
Complexas e singelas.
Gosto de chocolate e odeio canela
Gosto de coerência e não de coesão
Nunca coeso em meus pontos finais de poesia
Porque meu sentimentos nunca acabam
E não existo em inspiração.
Sou reflexo de meus olhos no espelho
Enquanto os dias nublados vivem
O vidro embaçado é sobposto às minhas marcas com os dedos
Os meus atos contam segredos
E se quiserdes saber de onde vem tudo isso
Basta ler a minha mente.
O dia em que alguém conseguir
Não mais precisarei palavras proferir
Nem mais amar.
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