Indo em passos lentos para a árvore que um dia a conheci
Desesperadamente à procura de lembranças suas
Demorei para chegar, horas de agonia
E quando cheguei e sentei na grama já alta
Olhei em volta e senti um vazio
O mesmo que outrora me preenchia de esperança
Hoje o que era êxtase não mais me alcança.
Vejo de longe o rio, correndo para algum lugar, algum mar
E naquele lugar ou em lugar algum, tanto faz
Ao mesmo tempo em que não acho o destino
Aquele que nós traçamos nas estrelas
Enquanto nos beijávamos e as flores desta árvore caíam
O destino morreu quando nos perdemos.
Alessandra, Alessandra...
Doce menina dos meus sonhos infantis
Serenata em noite de chuva ao canto do chafariz
Perdoe-me tê-la esquecido.
Era tolo menino e a fiz
Hoje bobo homem e a esqueci
Pudera eu tornar minhas miragens verdade
Puderas tu ter teimado em não ir e ficar
Pudera o mundo ter desaparecido
E assim você sempre ficaria aqui.
“Lu” da lua cheia daquele dia
“Lê” do vento suave que batia
Nós que fomos tanto um dia
Ninguém...
Foi o que tornaste no meu presente
Alguém...
É o que eu queria de presente.
E o tempo passa...
E os sonhos se vão...
E percebo que sua existência não existiu...
E entendo que não existe perfeição...
Só porque a tive enquanto estava ao teu lado,
Mas você nunca existiu.
Acho que estou louco, portanto
Te amo. Alessandra te amo.
Desesperadamente à procura de lembranças suas
Demorei para chegar, horas de agonia
E quando cheguei e sentei na grama já alta
Olhei em volta e senti um vazio
O mesmo que outrora me preenchia de esperança
Hoje o que era êxtase não mais me alcança.
Vejo de longe o rio, correndo para algum lugar, algum mar
E naquele lugar ou em lugar algum, tanto faz
Ao mesmo tempo em que não acho o destino
Aquele que nós traçamos nas estrelas
Enquanto nos beijávamos e as flores desta árvore caíam
O destino morreu quando nos perdemos.
Alessandra, Alessandra...
Doce menina dos meus sonhos infantis
Serenata em noite de chuva ao canto do chafariz
Perdoe-me tê-la esquecido.
Era tolo menino e a fiz
Hoje bobo homem e a esqueci
Pudera eu tornar minhas miragens verdade
Puderas tu ter teimado em não ir e ficar
Pudera o mundo ter desaparecido
E assim você sempre ficaria aqui.
“Lu” da lua cheia daquele dia
“Lê” do vento suave que batia
Nós que fomos tanto um dia
Ninguém...
Foi o que tornaste no meu presente
Alguém...
É o que eu queria de presente.
E o tempo passa...
E os sonhos se vão...
E percebo que sua existência não existiu...
E entendo que não existe perfeição...
Só porque a tive enquanto estava ao teu lado,
Mas você nunca existiu.
Acho que estou louco, portanto
Te amo. Alessandra te amo.
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