16 de julho de 2011

Escondido embaixo do tapete



Ser o que sou é indiferente para um amor
Ele quer que eu seja tudo o que há em mim
Ela é doce quando olho e seus defeitos
Chegam a tantos que nem me importo com a minha dor.

Rimar as palavras mesmas
Não é falta de criatividade
E sim sentir o que todos pensam que sabem o que é.

A tendência da mulher que amo
É gostar de caras que não amam ela.
E a futilidade do coração me irrita!

Seria tão mais fácil entregar a chave
Para o coração que está embaixo do tapete
Junto minhas claves e toco na despedida
Canções com clarinete.

Tenho dificuldade com o que escrevo
Porque ela nunca entenderá o que eu sinto
É mais forte que toda sorte com seu pé de cabra ou trevo
E terminar como comecei é o que sempre pressinto.

Eu só queria que você
Tivesse olhado para mim.
Mas seus olhos estavam fixos em algo que o mundo todo vê.
E nesse mundo eu sou invisível.

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