A cidade está empesteada de maus Indolinianos.
Onde estão os derivados da causa justa?
Onde está minha blusa que perdi na passeata?
Eu fiz a serenata para te pedir em casamento,
Te dei um ramalhete de flores
Te apresentei o meu coração mais avermelhado,
Te acordei no meio da noite
E ganhei um vaso na cabeça, um galo.
O galo cacareja até de manhã
O anel no meio das violetas
Que não são violetas, são azuis celestes,
O vaso que me deste
Na noite da maestria secreta
Em que a letra escrita na minha testa
O poema mais belo declama
Que não obedecia a nenhum morfema do professorado
Que teve as letras embaralhadas por causa do galo
E ficou essa canção do sereno só. Que dó.
O cacarejar do galo com o anel
No meio das violetas até de manhã
Que são azuis celestes, não são violetas.
Na noite da secreta maestria
Em que na minha testa, a letra escrita,
E o vaso que me deste
Declama o mais belo poema
Que do professorado não obedecia a nenhum morfema,
Que por causa do galo teve as letras embaralhadas.
E que dó. Ficou só essa canção do sereno.
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