Às vezes eu me perco no nada
E me parece que tudo é nada
Nada teve sentido e senti tudo
O que em nada mais poderia
E assim como parecia
Eu chorava, esperneava, sorria
Por pensar no que aquece o coração
Mesmo que eu não tenha nada
E nada como perceber que tudo move neste nada
Em uma velocidade nada tangível
E o meu retrógrado pensamento dos meus sentimentos
Quando retornam ao que aconteceu vê que tudo aquilo foi nada
E nada me restou, nada preciso perdoar,
Nada como viver novamente
Mesmo que nada tenha acontecido para recomeçar
Nada...
Nada...
Nada... E chega à praia onde nada é igual à cidade
E lá, do nada, nada aparece e faz-me sentir o que nada me fez antes
Nada menos,
Nada mais,
Que amor dado sem precisa dizer:
"Obrigado” ou “de nada."
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