16 de maio de 2010

Ainda há esperança

Eu nunca fui de me gabar

Sempre deixei explícito

As conquistas e derrotas da minha vida,

Mas ninguém tem nada a ver com isso.



Quando chego em casa vou me deitar

Vejo meus sonhos como único abrigo.

É sempre a mesma história repetida,

E não consigo conviver com isso.



Se choro, me molho sem ninguém pra me secar

Sempre me quis ver dando um sorriso,

Mas é como uma missão não cumprida

Pra quem não tem espelho nem amigo.



Contudo ainda posso sorrir e chorar

Se você estiver comigo;

E como no fim de uma novela assistida

O beijo de dois amores unidos.

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