Escrevo o que sinto
Ouço de tudo
Vejo e me desespero
Com esse infame mundo
De mente fechada
Felicidade nas calçadas
E amores moribundos.
Já que não é possível a multiplicação
Enquanto que possamos dividir coisas boas
Adicionar vida e alegria
Para subtrair os tumores deixados em cada um, no coração.
Os oceanos se revoltam e o mar em fúria
Faz desastres acontecerem com os ventos que ajudam
Tsunamis, terremotos, e tempos mais temerosos
Do hoje que pode não existir amanhã,
Por culpa desse homem ignorante
Que não obstante, se faz de ações incoerentes
Verdades inconsistentes, e lutas tolas
Que trarão males doravante.
Dos males o menor
De saber que não estarei aqui
Dos piores o maior
Por saber o que sofro ou já sofri.
Mas não tenha dó
Pois nem eu a tenho assim
A vida é um nó
Mas há laços de amor em mim.

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