26 de maio de 2010

Mundo injusto, homem também


Escrevo o que sinto

Ouço de tudo

Vejo e me desespero

Com esse infame mundo

De mente fechada

Felicidade nas calçadas

E amores moribundos.



Já que não é possível a multiplicação

Enquanto que possamos dividir coisas boas

Adicionar vida e alegria

Para subtrair os tumores deixados em cada um, no coração.



Os oceanos se revoltam e o mar em fúria

Faz desastres acontecerem com os ventos que ajudam

Tsunamis, terremotos, e tempos mais temerosos

Do hoje que pode não existir amanhã,

Por culpa desse homem ignorante

Que não obstante, se faz de ações incoerentes

Verdades inconsistentes, e lutas tolas

Que trarão males doravante.



Dos males o menor

De saber que não estarei aqui

Dos piores o maior

Por saber o que sofro ou já sofri.

Mas não tenha dó

Pois nem eu a tenho assim

A vida é um nó

Mas há laços de amor em mim.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Pode "mandar bala" nas críticas boas e ruins aqui!