14 de maio de 2010

À espera de um milagre


O hoje é uma representatividade anárquica de como política e sociedade não devem se comportar.

Os jovens que comumente se dizem “maduros” para enfrentar qualquer obstáculo que possa vir a atrapalhá-los, deixa esse “peitoral de aço” de fora e, quase sem perceber, são capazes das maiores imprudências possíveis.

Muito diferente do que possam pensar, eu não estou isento de compatibilidade com esse sistema anarquista, contudo tive formas e oportunidades diferentes de abrir os olhos para tal catástrofe e, coloco a ideia de um mundo em que nós somos a própria massa fecal de um conjunto de diarréias que tais atitudes imbecis nos causam.

A matéria-prima dessa desordem são os ideais incoerentes de uma ignorância não descoberta e que, por ventura, acabou por virar uma doença crônica de grau maior quando seres de mentalidade inferior resolveram colocar tudo isso em prática, mesmo que o projeto inicial dessa maquete enfeitada à rigor de adubo orgânico (vindos dos pastos das fazendas de minifúndios tomados por usucapião, onde a reforma agrária – essa sim de um projeto de nível mais acentuado – não fora posta em prática) não tenha sido aprovado por unanimidade por essa população vivente de um sistema democrático, onde praticamente nada funciona através dessa mesma democracia tão aclamada por muitos.

Me causa grande pudor ter de dizer que sou um agente ativo desse esterco negativamente moralista, mas ainda há uma chance... Vamos reunir todo o país, inclusive as “pessoas de má fé”, e mudar? Se estiverem dispostos estou aqui: Cemitério da Saudade, quadra seis, túmulo sete.

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