Fruto de um erro irreparável
Infortúnio do passado incrédulo
Minha sensatez é dependente
Consciência do que se passa incoerentemente
Dentro de uma caixa de segredos
Buscando a coerência incontestável
D’um ser pensante imponderável
Detestável e solitário.
Banalizado sentido do viver
Desse coração amado
Julgado e condenado
A sofrer de paixão
De um amor vulgar pensante
Ilusoriamente sonhador
De um futuro ainda distante.
Ouvistes então uma história real
Um pobre mortal numa noite estrelada
Sorrindo de ironia,
Feliz sem saber que tinha
Nada do que pudesse sorrir.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Pode "mandar bala" nas críticas boas e ruins aqui!