24 de julho de 2010

Enquanto o sono não tem sonho

Uma diz que me ama sem conhecer.
A outra que não vive sem mim.
E aquela da qual sou afim,
Está cega de amor e não vê.

Encontro-me como agora todos os dias.
A manhã em sono profundo,
Tardes e noites deito o coração quente em águas frias,
E as madrugadas me transformam em sentimento oculto.

Uma mordida no bolo
E um gole na “garrafa da ilusão”.
Na dúvida se me mato ou se morro,
Embebedo de desprezo meu coração.

Quatro versos e quatro estrofes
Dizendo a mesma coisa diferente.
Alguém me ama e quem eu amo está ausente.
É melhor eu ir dormir antes que alguém acorde.

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