Eu corro, corro, corro, sem nem saber ao menos para onde ir.
E a intensidade do corpo em movimento
Traz um alento para atingir talvez o que hoje é inalcançável,
Pois este o é, por cometer erros demasiadamente corruptos à minha decência.
Cai em decadência.
Culpa da insanidade benevolente,
De quando meu coração estava ausente
Apoderou-se de um domínio racionalista.
Nada de crítica da razão pura ou ideologia marxista,
Apenas sucinto a uma não clemência,
Cobaia de uma artificial experiência.
Desorientado em busca d’alguma rara verdade,
Abro a janela e penso em voar, ou sumir.
E conforme meus pensamentos ecoam pela imensidão do sofrimento
Culpa dos meus erros, por meras, imperdoáveis,
Termino em devaneios inconscientes e reticências.

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