24 de julho de 2010

Fácil falar

Eu não tenho paciência para desculpas idiotas,
O mundo agora pede coisas novas,
Enquanto você faz errado.
Tenho certeza de que não estou certo,
Mas compreender o incerto,
Ajudar e continuar ajudando,
Faz com que eu continue pensando
Que pelo menos eu tenho tentado
A ser o melhor de mim.

Caiu o copo de vidro e os cacos machucam meus pés.
O que eu faria?
Ou chorava de dor enquanto o sangue escorria.
Ou disfarçaria a cena do crime mostrando minha honestidade.
Cara ou coroa? Sorte ou revés?
A dúvida é freqüente; Não me sinto à vontade,
O mundo em sinal de alerta e eu cogitando moralidade.
É a crítica que faltava para desmascarar,
O animal político rouba e tenta disfarçar.
Continue dizendo que é livre arbítrio e será expulso,
Fala mal, mas é o mesmo saco avulso.
Então se não tem moral
Aprenda a ficar quieto e pare de falar mal.

Ao último que sobrar
Apague a luz, feche a porta
E pelo menos uma vez na vida
Seja o primeiro a pensar.

Quando terminar, pegue a pizza na geladeira.

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