O querer de palavras indecentes
O saber dos poucos aloprados
O andar dos pés descalços
Doses e doses d’álcool presentes
Na mente frágil e inerte.
Não pensa em guardar seus próprios e suas propriedades
Caem as bombas e nossas cidades
Pessoas indefesas pedem socorro e ninguém ouve
Estão todos preocupados com os presentes
E felizes estão os que não veem os descontentes.
Vista seu terno ou sua roupa rasgada
Limpe o chão que depois de brilhante você estraga
Queime as fotos do passado, ditadura
E mudaremos democraticamente o teor de lucidez
Mas faremos diferente dessa vez.
Toda garrafa com o seu líquido, seja qual for
Só fará efeito pelos goles que você tomar
Só terá direito aquele que quiser tomar
E só valerá o feito se a consequência continuar
Temos em nossas mãos o líquido e o poder de fazer
E só faremos mudar.
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