8 de dezembro de 2010

Ninguém vê

Seres abomináveis
Indomáveis e inescrupulosos
Sente saudade, honrados e saudados
Por seus atos baixos, propaganda barata
De quem tem sangue de barata
Você não tem culpa, é consequência inata
De sangue e DNA fraudados
Nunca seremos anjos, sempre soldados
Numa vamos progredir e morreremos machucados
Por não ter nem ao menos vontade
De dar valor
À única coisa que podemos ter com verdade
Não falo de dinheiro
E tem muita gente que vai à igreja para pedir isto
Pobres ignorantes
Somos de coração amante
Destino errante,
Mas temos amor.

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