Queria ter sentido alguns dos meus sentidos
Guardado os relances de sorrisos
Poderia ter mentido
Mas é tão verdadeiro o que estou sentindo.
Sua silhueta se confunde com a sua sombra
Que me amedronta na solidão da noite
Como se fosse outro dia
Sua pureza fria, incandescência escondida
Mostrara-me a verdadeira obra do escultor.
Amar-te
É segredar-me enquanto não te acho
Achar-te
É mover-me enquanto não tenho segredos por ti
Segredar-me
Nada é enquanto não há um fim
Não para tudo o que sinto, vejo, ou escuto
Mas para os seus ouvidos, seus olhos e sua pele.
Que move todo o meu mundo
Foge à orbita ou à racionalidade do todo
E entrego-me as partes para que o teu arrepio
Seja a melodia de um simples assovio
Do Sabiá que clama por viver.
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