26 de maio de 2011

Do fundo do coração

É prazeroso ter-me voltado diretamente aos mistérios
De idas e vindas cruzando montes e paisagens obscuras
Subindo em árvores buscando um lugar mais alto
Para que fosse possível ter uma visão mais ampla do meu redor.

Tão indescritível poder dizer sobre sonhos
Dissertar sobre pesadelos
Ver o quão deplorável é a malignidade do homem
Enquanto detentor de seus pensamentos.
Claro, pois pensar é uno
Apenas pensamos e tudo continua ali, naquele mesmo túmulo
Enquanto fazer,
Sim, o fazer do homem,
É duplo, pois é o pensar e sua ação, o agir,
E quando menos esperamos vemos o homem pensando
Porém, no final de cada conto ele faz.
Faz e deixa acontecer.
É o cúmulo!

Como pode o homem deixar que o amor
Do bandido pela mocinha seja levado embora pelo mocinho?
É o amor de todas as formas.
E no amor há realmente o final feliz?

Oras! Aonde estão as respostas?
Saberá Deus apenas
Ao homem, esse desnaturado e em sã insensatez
Basta admirar-se e fascinar-se
Em procurar nas mais indiscretas frestas
O verdadeiro sentido do amor de apenas dois.

Este sou eu
E a minha escavação pelos íntimos.
Aos que não encontram: meus sentimentos ínfimos.
Aos que acreditam: o meu abraço, a sorte e o adeus.

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