1 de maio de 2011

O mágico e a Sereníssima

Em um enlace de olhares e indagações
É possível refletir sobre céu e plantas
Não o mar.
Jamais se pode dizer sobre pureza.
Quando dissertar sobre corações,
Saberá a diferença entre o sentido e o sentimento,
Tanto quanto o belo e a Beleza.

O palco mágico de Teatro
Fermenta minha imaginação
Desata minha inocência e traz de volta
Sorrisos e gotas de orvalho,
Engrandece o homem negro a Gobineau
Desmancha todo sangue de toda criatura
Não em vão.
Toda volta quando volta depois de ter dado volta
Mostra-me o horizonte e me apresenta à Contradição.

O flautista sabe discernir o amar e o estar amando
Beija-flor está amando. Tolo!
Bica, mas são delicadas bicadas de passarinho
Que parece beijo de novela, mas tem gosto de sonho.
Deveras estou sonhando,
Pois se Beija-flor está realmente amando
Então o que é amar?

Quando souber colher rosas perfumadas
E montar buquês, saberá o que dizer.
Foi você quem disse que disseram que palavras ditas,
Por mais que repetidas, quando combinadas com rosas perfumadas
São a essência da vida.

No meu dicionário isso é amar,
Mas sem palavra nenhuma.

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