3 de novembro de 2010

O mudo falando para o surdo

Bom, caros amigos...

Hoje podemos falar sobre quais os pontos em que o amor pode alcançar?
Não me importa muito se quer ou não saber disso, afinal o que não te interessa pode interessar para outro, portanto direi assim mesmo.
O amor como todos sabem tem as suas várias formas: o carnal, o de mãe, de avó, de amigos, etc.
Mas o que me convém pensar é até aonde ele interfere na sua vida. E como o que me parece mais comum é o carnal, entre namorados, noivos, casados, falaremos deste.
Tomando como base o que exclusivamente o meu íntimo sente, o amor se apossou de mim brutalmente, de tal forma que chega a arder por dentro, e eu, acho-me masoquista percebendo que chego a gostar dessa insuportável agonia exacerbada.
Confesso que sou um viciado nessa dor que não é original de fábrica, ela vem adulterada, talvez com doses de morfina, sei lá; não me parece algo normal, mas enfim, nem eu me acho normal, talvez seja cabível a mim.
A questão é... A quê isso me leva?
Esse amor que me envolveu de forma tão harmônica, talvez tanto que às vezes até chego a brigar comigo mesmo por ser tão comum a mim, que perdi rumos que tracei, os lugares que imaginei descobrir agora tem que ter lugar para mais um alguém, tudo o que era meu agora é subordinado a uma intuição aquém da minha.
Mas esse amor me dominou para me fazer bem, imagino eu; e não para trazer malefícios a ponto de me fazer de novo sofrer, chorar (idiotice que não consigo controlar), entrar em profunda saudade, solidão e tristeza.
O amor, minha gente, foi feito para fazer bem. O ciúme é entendido como amor para servir de desculpa. Sou à favor do ciúme, sou ciumento sim, e muito, mas chegar a ponto de atrapalhar a felicidade já é demais. Confiança vem no pacote, se há amor, tem de haver confiança, se não houver o que nos resta? Ficarmos isolados num quarto sem poder ver ninguém? Porque é assim que acontece, você pode não ser perfeito, mas tem qualidades, e se fidelidade por uma delas, ela não conta, ou seja, não adianta nada ser o que você é!
Estou muito, exageradamente revoltado com isso. Depois que digo que não sei quem sou, pois nada do que sou está certo para ninguém, os outros vêm dizer que é drama meu.
Eu amo, o meu amor é imensurável, mas não adianta apenas amar, tem de usar o que há no fundo do pacote também, e confiança é uma delas.



Nota:
Eu sou um grande menino de 19 anos, que gosta de futebol, poemas e poesias, amigos, família, educação, ler, estudar, sair, me divertir seja como for, nem que seja andar em volta do quarteirão com alguém; escutar música me faz bem, contudo meu outro lado é muito obscuro com mimos, dramas, houveram mentiras, mas dolorosamente aprendi que isso não me faz nada bem e nem aos outros também, brincadeiras que às vezes se excedem, chatice, medos, amar demais uma pessoa só também conta aqui, afinal, é duro dar-se de todo para alguém que não reconhece isso, mas não me arrependo e amo muito, muito mesmo, sem dó de mim; acho que estou certo sempre, ou ao mesmo procuro sempre fazer com que eu não caia perante ninguém, porém pedir desculpas não é nada demais para mim, se me arrependo peço sem problemas; me preocupo demais com os outros, confundido às vezes por puxa-saquismo, ou então “tentativa de mostrar-me perfeito para os demais.
Enfim, sou o que sou, e não me arrependo, mas tento mudar o que há de errado, porém não sou perfeito e NUNCA vou ser, mas evoluir, mudar para melhor é sempre muito bom.
Tirem suas conclusões da minha vida porque é bem mais fácil da minha do que da sua, mas tenha a consciência de que sempre estarei aqui para ouvir dos meus erros a fim de mudá-los; estarei pronto para ajudá-los, e amando, sempre!

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