Declínio da simpatia,
Agouro da alma sadia
Que adoece na tua partida.
Doce pesar da lua minha.
Desprende o espinho que me pertencia,
Espeta-a em suas pétalas que tomo para mim,
Nos uivos medonhos que a deixam arrepiada
Do monstro frio que me levou ao fim
Perdida alma que se foi
Solitária essa que não tem mais ti.
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