Me pediram isso, e eu me peguei pensando “como eu faria isso sendo que já tentaram, sem êxito, pois me confundiram tantas vezes, diziam ser iguais, porém eram uns 50 cm mais baixo, o tom de pele muito mais escuro (alto contraste eu diria), voz que não confundiria nem a um bêbado surdo ( eu poderia dizer apenas surdo, mas o bêbado revela a ênfase em: não tem nada a ver) e o resto, menos parecido ainda.?
Cópia de eu mesmo, marquem aí, em breve nas livrarias. É sarcasticamente interessante o quanto venderia algo assim. Pode não vender mais que revista de fofoca porque fala apenas da minha vida e não da vida de muitos famosos, mas não deixa de ser a subjetividade de alguém que doaria tanto de si para alguém que chegaria a fazer uma cópia para dar de presente.
Respondendo a minha própria pergunta, eu faria uma cópia de eu mesmo para alguém que eu ame muito, afinal, seria tão bom ver o quanto faço bem/mal para alguém. Mas nunca consegui ficar como personagem secundário na história, na minha história. Talvez seja a hora de eu pensar seriamente nesta hipótese.
E aí, qual a sua reposta?
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