13 de janeiro de 2011

Olhos



Eu não me esqueço de olhar fixamente
No astro, buraco negro de um universo de dois
Penetrantes na junção com meus instintos
Arde o peito, vêm os delírios
Mal uma massagem psicológica é feita
E logo parece que usei colírios
Pois de outro mundo já experimentei, e experimento às vezes
E nele não tem estrelas.

Pode um homem em razão como eu
Emoção como fui
Afogar-me assim como me perdi?

Posso não degustar das trocas com os meus
Mas faço apostas contra ateus
Que algum dia ainda adentro aos seus
E provarei que desse universo negro
Sou filho do seu criador.

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