Com goles secos de vinho suave
Que tonteiam e minha sobriedade
Faz-me descansar nos arbustos.
Enquanto me posto a orar
E aprecio o veneno sabor uva
Pego-me em desatino
Afogo-me em um bêbado amor
Que me traz a rodada dupla.
Leite condensado e gelo
Doce e gelado. Fuga.
Guia-me a nobre duquesa
Montada sobre seu alazão
Apodera-se de minha fraqueza
E embebeda meu coração
Do sentimento mais límpido existente.
E eu, pobre bêbado inconsciente
Derramo sobre mim, não o vinho
Mas o que vinha depois da insanidade:
Amor depois de vários goles
Não é são, mas é sincero
E é verdade.
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