O peito arfava querendo suprir essa dor
E os espinhos envolta do coração sangravam ,
E as brumas...
A tal das brumas que envolviam minha calma,
Cegavam-me e nada mais se ouvia... Era a solidão.
Outros tempos
Em que os sorrisos alcançavam dois dedos de lua
A orla da praia salientava o insaciável
E os mares, bem como suas ondas saltitantes
De encantos obscuros de dois tons... Escalas de ré
Ensurdeciam-me e tudo eu via... Era a paixão.
E quando as duas torrentes de ar se encontraram
Solitários sob o céu estrelado
Apaixonadamente à procura do sonho perdido
Encontram-se ao meio de multidões de flores e cheiros
Amores perfeitos e tudo encontrou sentido.
Nada mais era preciso entender... Era a vida a dois.
Me encanta essa maneira doce e solta de escrever. Você, meu Raro, é uma benção. Uma gota de doçura no meu caminho.
ResponderExcluirBelo poema, escolheu muito bem as palavras.
Parabéns!
Você é uma pessoa rara.
Minha sereníssima...
ResponderExcluirREsta-me apenas agradecer pelos elogios e dizer que continuarei tentando encantá-la, pois este é um sinal de está sendo bem feito e elogios vindos de uma belíssima escritora como você são enxurradas de motivação para que eu possa crescer cada vez mais.
Beijoss.
A vida tem sentido, pense nisso!