23 de junho de 2011

Uma moça morena

Ganho a vida desbravando terras distantes
Morando em cabana de índio, árvores e cavernas,
Permito-me engrandecer sobre o mundo e seus instantes
No instante em que me dei conta, fiquei por ali.

Aonde tudo tem cheiro de álibi.
Aonde nada é como qualquer uma das outras terras.
Aonde a lua cheia é o eco da singeleza dos lobos uivantes.
Aonde tem moça morena e desespero gritante.

Na calma da água que corre fria
Acho ouro quando a esquento em meus braços
Fazendo dos sonhos da moça, a beleza dos meus.

A beleza natural faz com que toda a poesia
Do vento, da floresta, dos pássaros e dos riachos
Se curvem diante do obra de Deus.

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