Gasto todas as palavras em meus versos,
Meu vasto vocabulário se torna pequeno,
Perto do que sinto quando está por perto.
Meus vício indistinto, um lugar secreto,
Submisso aos meus instintos, lhe confesso,
Cheiro ainda o travesseiro no qual você deixou
As marcas de batom no espelho me dizendo “te amo amor”.
Em dois ou três versos termino o destino
Que você quis buscar em outro caminho
E só conseguiu achar a rota de volta
Aos meus braços quentes, teu ninho.
Guardo todas as suas frases de desejo,
Guardo na ponta da faca teu beijo,
Guardo no coração um relampejo.
Busco na solidão algum segredo,
Acho meu coração cheio de medos,
Procuro pedir perdão e encontro os
Fragmentos do meu coração no meio
Daquele colchão em que você dormia.
Guardo toda rima,
Em versos brancos semelhantes ao seu sorriso,
Que me cegava e tornava-me isso,
O molde do quadro pendurado na sala de estar,
Imóvel enquanto tua imagem eu guardava em mim.
Você, alvorada de luz, redentora de si mesma,
Tentou ir mais longe de mim sem a certeza
De que poderia viver assim, sem a devida tristeza.
Tornou a voltar sem mesmo saber o por quê.
Sem hesitar tomei a liberdade, com tal voracidade,
Sob aqueles olhos brilhantes, e ofuscantes de tanta vaidade,
Não encontrando rumo senão sob meu peito queimando
Com fogo ou sabe-se lá com o quê
Por saber que quando se está amando
É o sensato sinônimo de eternamente viver.
Tweet
Meu vasto vocabulário se torna pequeno,
Perto do que sinto quando está por perto.
Meus vício indistinto, um lugar secreto,
Submisso aos meus instintos, lhe confesso,
Cheiro ainda o travesseiro no qual você deixou
As marcas de batom no espelho me dizendo “te amo amor”.
Em dois ou três versos termino o destino
Que você quis buscar em outro caminho
E só conseguiu achar a rota de volta
Aos meus braços quentes, teu ninho.
Guardo todas as suas frases de desejo,
Guardo na ponta da faca teu beijo,
Guardo no coração um relampejo.
Busco na solidão algum segredo,
Acho meu coração cheio de medos,
Procuro pedir perdão e encontro os
Fragmentos do meu coração no meio
Daquele colchão em que você dormia.
Guardo toda rima,
Em versos brancos semelhantes ao seu sorriso,
Que me cegava e tornava-me isso,
O molde do quadro pendurado na sala de estar,
Imóvel enquanto tua imagem eu guardava em mim.
Você, alvorada de luz, redentora de si mesma,
Tentou ir mais longe de mim sem a certeza
De que poderia viver assim, sem a devida tristeza.
Tornou a voltar sem mesmo saber o por quê.
Sem hesitar tomei a liberdade, com tal voracidade,
Sob aqueles olhos brilhantes, e ofuscantes de tanta vaidade,
Não encontrando rumo senão sob meu peito queimando
Com fogo ou sabe-se lá com o quê
Por saber que quando se está amando
É o sensato sinônimo de eternamente viver.
Tweet
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Pode "mandar bala" nas críticas boas e ruins aqui!