Ela tem olhares distantes
Tem jeito de menina doce
Tem sorriso de menina má
Tem vontades de ir onde você está.
Ela tem um jeito cruel
De entender o impossível
De sublinhar o infinito
E descrever o universo.
Ela tem sentido de palavras
Seu olhar é estrofe
Suas mãos são os versos
Sua serenidade é declamação de sonetos.
Ela é pronome indefinido,
Tem sentido
Tem vontades e defeitos
Se é que tem como defini-los.
Ela é catarata e também é monte
Ela é calor no céu e frio no horizonte
Consigo senti-la perto mesmo longe
Ela me deixa assim... Distante... Doravante.
Ela não sabe quem eu sou
Se ela soubesse não sei
Só sei que aprendi o que é amor
Do resto apenas me recordo.
Ela tem o ar da manhã
E o sol do meio dia
Ela tem fome, tem sede,
Mas não parece verdade.
Ela está em tudo
E mesmo assim me esqueço
Não sei se assim mereço
Ela traz num zumbido no ouvido, meu descanso.
Ela mal sabe para que eu existo
Eu mal sei se ela não é sonho
Enquanto nada escrevo ou proponho
Ela me deixa sozinho.
Ósculo, volúpia e palavras estranhas
Tem sentido formal e coloquial
Posso ser um poeta banal
Que mal sabe sobre suas próprias artimanhas.
Ela tem sua timidez
Eu sou tímido, mas não a tenho
Ela me tem mais de uma vez
E eu nada faço.
Enquanto me embaraço
E me refaço, e num acaso
Acabo. Sim é o fim. Acabo!
Ela me tem apaixonado.
Tem jeito de menina doce
Tem sorriso de menina má
Tem vontades de ir onde você está.
Ela tem um jeito cruel
De entender o impossível
De sublinhar o infinito
E descrever o universo.
Ela tem sentido de palavras
Seu olhar é estrofe
Suas mãos são os versos
Sua serenidade é declamação de sonetos.
Ela é pronome indefinido,
Tem sentido
Tem vontades e defeitos
Se é que tem como defini-los.
Ela é catarata e também é monte
Ela é calor no céu e frio no horizonte
Consigo senti-la perto mesmo longe
Ela me deixa assim... Distante... Doravante.
Ela não sabe quem eu sou
Se ela soubesse não sei
Só sei que aprendi o que é amor
Do resto apenas me recordo.
Ela tem o ar da manhã
E o sol do meio dia
Ela tem fome, tem sede,
Mas não parece verdade.
Ela está em tudo
E mesmo assim me esqueço
Não sei se assim mereço
Ela traz num zumbido no ouvido, meu descanso.
Ela mal sabe para que eu existo
Eu mal sei se ela não é sonho
Enquanto nada escrevo ou proponho
Ela me deixa sozinho.
Ósculo, volúpia e palavras estranhas
Tem sentido formal e coloquial
Posso ser um poeta banal
Que mal sabe sobre suas próprias artimanhas.
Ela tem sua timidez
Eu sou tímido, mas não a tenho
Ela me tem mais de uma vez
E eu nada faço.
Enquanto me embaraço
E me refaço, e num acaso
Acabo. Sim é o fim. Acabo!
Ela me tem apaixonado.
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