Tem cheiro de semente
Jeito autêntico de neblina da madrugada
Invade e me arrepia constantemente
Delírios vêm por imaginar o toque de suas mãos regradas.
Fui perdido por meses, talvez anos
Não sabia meu caminho, muito menos aonde chegaria
Frustrei meus planos por mixaria
Enganei-me por falsa felicidade.
Tive de escolher pelo caminho mais árduo
Para entender que toda dor é fruto da solidão
Meus rascunhos guardados revelam o ácido
Que continha no colchão em que eu dormia inquieto.
Perdão Senhor, perdão meu pai
Fui cego e também não os escutei
Disseram que eu poderia ser feliz, e pequei
Confesso que pouco aprendi, mas não mais errarei.
Toda saudade de colo
Vem à tona quando alguma foto eu olho
Penetrante e fixamente com lágrimas na face e na alma
Desespero e num refluxo de aspiração, o semblante dela me acalma.
Pouco imaginaria eu
Que apaixonar era uma mordida no pão
De quem sedento e faminto procura na raiz
A súplica por Deus
E pede que alimente a minha alma de paixão
E o peito bate forte, pulsa sem freios, e ouve o que um beijo diz.
Surpreendo-me cada segundo de palavras estranhas
Querendo dizer coisas para alguém,
Mas são significados que só o íntimo nosso sabe.
Mais vale um sorriso de canto
Que um canto sem atrair sorrisos,
Pois a música incita-nos aos sentimentos mais profundos.
Corrói as entranhas
Deliciar-me de nobres sorrisos por alguém que me acha ninguém
E se não acha, pode ser que me ame, ou amará. Quem sabe?
Posso sentir um quebranto
Será Deus que trouxe chuva de amados e amigos?
Nada me vale melhor do que alguém que me ame nesse mundo.
Ao fim tratamos de deixar apenas poucas palavras
Enquanto este não chega queria dizer que está tudo sendo revirado
Nós sabemos que palavras bem proferidas só as são quando tem sentimento.
Poucos sentem como elas são deliciosas quando tem sentido e adocicadas
E faz sentido com tudo o que sentimos. Pode ser que esteja apaixonado.
Todavia concluo meu pensamento dizendo que penso, penso e penso...
E sinto no final do pensar
Que penso em sentir de novo, o súbito de amar.
Jeito autêntico de neblina da madrugada
Invade e me arrepia constantemente
Delírios vêm por imaginar o toque de suas mãos regradas.
Fui perdido por meses, talvez anos
Não sabia meu caminho, muito menos aonde chegaria
Frustrei meus planos por mixaria
Enganei-me por falsa felicidade.
Tive de escolher pelo caminho mais árduo
Para entender que toda dor é fruto da solidão
Meus rascunhos guardados revelam o ácido
Que continha no colchão em que eu dormia inquieto.
Perdão Senhor, perdão meu pai
Fui cego e também não os escutei
Disseram que eu poderia ser feliz, e pequei
Confesso que pouco aprendi, mas não mais errarei.
Toda saudade de colo
Vem à tona quando alguma foto eu olho
Penetrante e fixamente com lágrimas na face e na alma
Desespero e num refluxo de aspiração, o semblante dela me acalma.
Pouco imaginaria eu
Que apaixonar era uma mordida no pão
De quem sedento e faminto procura na raiz
A súplica por Deus
E pede que alimente a minha alma de paixão
E o peito bate forte, pulsa sem freios, e ouve o que um beijo diz.
Surpreendo-me cada segundo de palavras estranhas
Querendo dizer coisas para alguém,
Mas são significados que só o íntimo nosso sabe.
Mais vale um sorriso de canto
Que um canto sem atrair sorrisos,
Pois a música incita-nos aos sentimentos mais profundos.
Corrói as entranhas
Deliciar-me de nobres sorrisos por alguém que me acha ninguém
E se não acha, pode ser que me ame, ou amará. Quem sabe?
Posso sentir um quebranto
Será Deus que trouxe chuva de amados e amigos?
Nada me vale melhor do que alguém que me ame nesse mundo.
Ao fim tratamos de deixar apenas poucas palavras
Enquanto este não chega queria dizer que está tudo sendo revirado
Nós sabemos que palavras bem proferidas só as são quando tem sentimento.
Poucos sentem como elas são deliciosas quando tem sentido e adocicadas
E faz sentido com tudo o que sentimos. Pode ser que esteja apaixonado.
Todavia concluo meu pensamento dizendo que penso, penso e penso...
E sinto no final do pensar
Que penso em sentir de novo, o súbito de amar.
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