Estive vendo o blog da minha querida Sereníssima (Jaqueline Zanetti): http://rotapsicodelica.blogspot.com/2011/06/uma-prece-com-clarice.html#comment-form
que simplesmente arrebentou no VI Sarau Literário UNIESP – A eterna dualidade entre Deus e o diabo.
Como alguns já sabem, sou aluno de Letras da UNIESP e participei integralmente e assiduamente para a realização deste magnífico Sarau, interpretando uma pequena parte do livro “Macário” de Álvarez de Azevedo, no qual fiz o papel do próprio Macário, com participação fundamental de Kátia (mulher da estalagem) e Marquisuelte (satã).
Dou a Macário um lugar reservado com bastante conforto dentro do meu coração de leitor, e interpretá-lo foi para mim uma grande honra. Procurei dar o melhor de mim para que tudo se saísse perfeito, ou próximo disso.
Macário, um jovem rebelde com a sociedade, se entregando aos prazeres noturnos, a vida boêmia, traz para o mundo de hoje um modelo de ser que se diz: “Aprendam como não se faz” e acaba pela sua rebeldia a entregar-se pelos prazeres que lhe é oferecido pelo diabo.
É interessante ver como mesmo ele sendo todo cheio de si, sua confiança maior que seu amor por seja lá quem for, Macário, por vezes, se surpreende imaginando ter sido obra de um sonho em uma conversa com satã.
Para melhor desfruto desse magnífico tema e dessa obra sensacional, deixo para vocês a minha apresentação:
que simplesmente arrebentou no VI Sarau Literário UNIESP – A eterna dualidade entre Deus e o diabo.
Como alguns já sabem, sou aluno de Letras da UNIESP e participei integralmente e assiduamente para a realização deste magnífico Sarau, interpretando uma pequena parte do livro “Macário” de Álvarez de Azevedo, no qual fiz o papel do próprio Macário, com participação fundamental de Kátia (mulher da estalagem) e Marquisuelte (satã).
Dou a Macário um lugar reservado com bastante conforto dentro do meu coração de leitor, e interpretá-lo foi para mim uma grande honra. Procurei dar o melhor de mim para que tudo se saísse perfeito, ou próximo disso.
Macário, um jovem rebelde com a sociedade, se entregando aos prazeres noturnos, a vida boêmia, traz para o mundo de hoje um modelo de ser que se diz: “Aprendam como não se faz” e acaba pela sua rebeldia a entregar-se pelos prazeres que lhe é oferecido pelo diabo.
É interessante ver como mesmo ele sendo todo cheio de si, sua confiança maior que seu amor por seja lá quem for, Macário, por vezes, se surpreende imaginando ter sido obra de um sonho em uma conversa com satã.
Para melhor desfruto desse magnífico tema e dessa obra sensacional, deixo para vocês a minha apresentação:
Apresentação de Macário no VI Sarau Literário UNIESP 2011 - A eterna dualidade entre Deus e o diabo
Você me surpreendeu muito com essa interpretação.
ResponderExcluirFicou lindo como Macário, uma interpretação muito boa. Alvares de Azevedo deve ter ficado muito feliz.
Parabéns Lu e que Deus conserve sua beleza e seu bom coração, sua docilidade e seu talento.
Beijos e flores.
PS: A nai tá muito engraçadinha no final....