Sou mártir dos meus impulsos, confesso.
Dos sorrisos sobraram-se os restos,
De uma situação sem controle.
Não escolhi sofrer, mas escolhi amar.
Não escolhi você, mas aprendi a aceitar.
Quem ama sente falta dum sentimento honesto,
E o coração debate-se em manifesto.
Gastei milhares de palavras para me declarar,
E apenas duas sílabas pedindo para você voltar.
Tive mil olhares para uma paixão desordenada,
E um segundo para secar suas lágrimas.
De repente tudo anda em contrapartida.
Deixa-me em alto mar solitário,
Com saudade e um coração otário,
E de saudade deixo de viver
Para que na passagem apenas de ida
Esteja escrito: Rumo à felicidade sem você.
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