7 de junho de 2010

Um apelo




Acordei sem ao menos ter dormido. Já é uma e quinze da manhã e o meu pensar está ágil e afoito, tentando encontrar uma cura para o seu pesar.
Enquanto as músicas, que teriam a função de me acalmar e fazer dormir, me faz pensar ininterruptamente em causas aleatórias. Tento achar nos seus versos um por que dessa inquietude, no entanto descubro a cada sentido um novo motivo para me inquietar.
Tenho o ingrato hábito de dizer demais, e faço o mesmo escrevendo.
Descobri que sinto falta de um amor. Aquele que me fez sofrer “platonicamente”; aquele que não me alcançou até o coração, mas arranhou meu peito e deixou marcas; aquele que foi ilusão; e aquele que existiu, foi ruim, foi bom, que acabou, mas que é eterno.
Eu quero senti-lo de novo mesmo que seja dor, mesmo que me mate, contanto que seja amor.
Pode ser que eu pareça ser um “masoquista inconsciente”, porém não quero nenhum mal, só quero alguém para amar. Confesso que está difícil de achar.
Será tão difícil alguém que queira ser amada?
Apelo pelo meu coração, que bate são e desordenado, por um amor não encontrado.
Ele chama por alguém, diz que ama e quer bem, só não consegue achar ninguém.
Se você ouve o bombear desse coração fazendo poesia por paixão: acene, grite, mande uma mensagem, dê alguma pista; se eu não ver não se entristeça, pois o que os olhos não veem o coração sente. Então venha até mim, se declare, e tenha a certeza de que sinônimo do meu coração é ser feliz.

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