13 de junho de 2010

Solidão medonha




É no escuro que vemos o que é solidão.
Quando as horas não passam
As pessoas não chegam
As angústias não cessam
Por que eu tenho medo?

Talvez não haja consenso entre minhas múltiplas mentes
Constantes, irrelevantes;
Autoritária e escrava. De minhas verdades.

Em um quarto escuro e sem ninguém
Sinto a solidão por ter amigos
Guardo a saudade e meus receios
Acoberto-me e choro pela verdade.
Por que eu tenho medo.

Um comentário:

  1. Há tempos acessei seu blog, eu li o primeiro poema da página e saí, pois achei que deveria entrar com calma para que, com cuidado e delicadeza, degustar cada verso seu.
    Estava certa, são ótimos seus poemas, cheios de poesia e verdade. Você vive a poesia do dia a dia, e isso hoje é muito raro.

    Parabéns...Continue!
    Beijos e flores.

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