26 de junho de 2010

Fim do homem “ditador-democrático”

Perguntas inocentes pela curiosidade inconsistente
Fogem da ilusão e caem na própria culpa
De seus medos, das verdades ditas
Contraditoriamente com seu ponto de vista
Que humilha e insulta
O homem movido pela luxúria
E que zomba dos seus defeitos,
Um algoz de seus conceitos.

Não sou incoerente a ponto de não perceber
Que sob influência d’outro alguém
Satisfaço a minha dependência
Enlouqueço minha insana consciência
Que vê vãs liberdades aquém
Mas do outro lado uma prisão da modéstia que perece.

Nas veredas da democracia
Que cuidam dos seus valores por oligarquia,
Se envaidece e o homem decresce
Regride ao seu estado primitivo
Ausente de sanidade encontra-se perdido
E através da auto-suficiência de egocentrismo
Depreende-se de seus defeitos mentais
Busca o poderio atômico
E mata-se por achar que todos são iguais.

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