4 de junho de 2010

Praça e lembrança


Entardecia enquanto eu andava

Suspiros poéticos vindos do cansaço

Você sorria enquanto eu te amava

Foi embora pra cair na solidão.



Deixei cravado no banco da praça

Ao invés de chorar pela sua partida

Uma frase de amor. E quando via lembrava

Do beijo e da saudade perdidos no tempo.



Meu peito explode e o coração para

Você se foi. E voltou enquanto eu dormia

Naquele banco de praça em que um dia

Deixei cravado o nosso eterno amor.

Um comentário:

  1. Parabéns pelo blog, L. Aguinaldo! Fico feliz de ter um aluno poeta. Gostei muito de seus textos, depois escolheremos algum para postar no meu blog, ok? Abração!

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