Entardecia enquanto eu andava
Suspiros poéticos vindos do cansaço
Você sorria enquanto eu te amava
Foi embora pra cair na solidão.
Deixei cravado no banco da praça
Ao invés de chorar pela sua partida
Uma frase de amor. E quando via lembrava
Do beijo e da saudade perdidos no tempo.
Meu peito explode e o coração para
Você se foi. E voltou enquanto eu dormia
Naquele banco de praça em que um dia
Deixei cravado o nosso eterno amor.

Parabéns pelo blog, L. Aguinaldo! Fico feliz de ter um aluno poeta. Gostei muito de seus textos, depois escolheremos algum para postar no meu blog, ok? Abração!
ResponderExcluir