20 de junho de 2010

É questão de sobrevivência!

Se eu esguardar o fato de que não me encontro mais, poderiam pensar que estou à procura de algo. Sempre tive tal aspiração, porém nunca soube ao certo qual o rumo tomar para chegar ao tão almejado pote de ouro.
Sempre procurei fazer o certo mesmo que possa dar errado. Sentia a euforia de um elogio mesmo quando não dito, mas falado. Fiz promessas injuriosas para meus conceitos, e caí nas armadilhas da iminente destruição emocional que possuía meu pensar.
Pensei ser bom, mas nunca era o bastante. Pensei ser amigo mesmo que estivesse distante. Pensei estar amando enquanto meu coração palpitava por um último suspiro de esperança.
Acolhi-me no mais humilde sentimento, mas perdi-me por não haver sentido.
E no mais saudoso olhar, acabei encantado. Confesso ter chorado por achar não ser digno de tal beneficência, mas aí entrou a tal da benevolência que me envolvia e fazia com que eu aceitasse as condições da vivenda do meu coração e das portas trancadas de outro querer.
Acabei por sofrer, contudo me senti engrandecido e abençoado por ter com ela estado nos meus últimos dias de paz.
Hoje, receio não ter o bastante pra sobreviver. Não obstante a doença “emocional/racional”, respiro a incerteza do que quero; por vezes me desespero, por querer viver. Vale ressaltar que sempre vivi por amor, seja qual ele for.
Eu sei que nunca terei um amor de verdade, mas eu quero outro amor mesmo que seja só pela metade.

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