Para mostrar entendimento próprio.
Posso não estar sóbrio
Por ser fugitivo das sombras do passado
Por meras estou salvo
Do que ontem era só brincadeira
Homem com faca na mão
Hoje com bala no coração.
Brinco com a seriedade que me falta
Gosto de dar gargalhadas do homem que vive
Em vão ele dá seus passos
Com poderio atômico, todo atônito
Escondendo-se em seus medos.
Gosto da vida que tive
Vivendo na classe média alta
Sapatos caros e colares
Atraindo olhares sem me gabar
Deixando pegadas sem mesmo andar.
E vive hoje o homem na beira da estrada
Aquele que um dia ousou querer mudar o mundo
É taxado de vagabundo e insolente,
Não está mais entre a gente
Se isolou por ter se decepcionado
Acreditou em amor
Ousou em amar
E o mundo que foi amado, mas não mudado
Deixou o pobre homem rico no altar.
E hoje a riqueza do homem pobre está apenas em amar
Pode não ter dinheiro, mas sabe pensar
E tem a absoluta certeza de que o dinheiro e a ganância
Não pode entra onde ele pode chegar.

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