14 de junho de 2010

Terras estrangeiras

Aportei em terras estrangeiras
Sem destino nem desatino
Não medindo meus passos
Todos incorretos e sensatos
Procurando uma resposta para uma existência.

Em terra de rainha triste
Fui seu porto feliz.
No senhorio atroz
Um escravo de seus sonhos.
Entre inúmeras guerras
A batalha por lhe conquistar.

Um guerreiro armado com a espada do destino
Usa de escudo o coração
Luta incessantemente pelo inalcançável,
Um amor imensurável.

E depois de conquistar o que mais me preza
Ouso abarcar minha solidão
E abandonar um amor
Que nem ao menos terminou,
Mas entre as pedras está aquela
Que o nobre cavalheiro mais amou.

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